🧠 Filosofando sobre a vida...
Como treinar seu cérebro para ter um olhar observador criativo?
Olhe para o seu ambiente agora. Estou falando do ambiente físico. Pare e repare: o relógio na parede, o copo, os sons… Vou te dar 1 minuto para fazer essa observação. Faça essa brincadeira por 1 minuto e depois volte para o texto.
Voltou? Vamos para a fase 2…
Volte a observar, mas desta vez procure por algo que não observou antes. A mancha da mesa, a formiga que passa despercebida no canto da sala, o descascado no canto do porta-retrato. Procure o detalhe do detalhe, algo que nunca notou. Talvez o barulho lá de longe — o mais distante que você consegue escutar.
Qual é a reflexão? O criativo não é uma pessoa que tem um dom de ver o que mais ninguém vê. É simplesmente alguém que se acostumou a olhar para o que ninguém presta atenção.
Por exemplo: quando você estiver em um show de música, repare. Todos vão olhar para o palco. O “criativo” vai olhar para a plateia. O criativo vai perceber que há alguém que não está como todos os outros, que não está com o celular na mão, vai encontrar alguém dançando feliz, curtindo o momento.
O criativo não filma a banda — filma a reação que a banda gera em alguém que percebe que o momento vivido gera mais lembrança do que a foto que será esquecida em algum álbum desorganizado no celular.
Se você quer ser criativo, aprenda a olhar para onde ninguém está olhando.
📊 Filosofando sobre marketing e negócios
Se você fizer exatamente o contrário do que todo o mercado faz, você tem chances de ser a pessoa mais vista do seu mercado.
Vou te dar alguns exemplos de como fiz isso.
Em 2016, eu fiz a primeira Black Friday de infoproduto do Brasil. Na época, fazer Black Friday era visto como errado. O mantra do mercado era: “Eu dou resultado, não dou desconto.” ou “Desconto é o imposto que você paga por não ser bom.”
Mas um belo dia, percebi que, durante esse período de Black Friday, todo mundo que tinha esse discurso não vendia nada. O discurso era lindo, mas fracassava. Fui lá, mandei um e-mail para a base da Cátia (minha sócia na época) e falei:
“Vai ter Black Friday do meu curso. Se você gosta de desconto, clique aqui para se inscrever e ganhar o seu.”
Sem gastar nada, apenas enviando para a base de e-mails, faturamos mais de R$200 mil. Nadei de braçada nas Black Fridays da Cátia por muitos anos, sem chamar atenção. Afinal, eu não ensinava essas coisas — não era o meu mercado.
Em 2023, eu já tinha o meu produto VTSD e inovei de novo: fiz a Black oferecendo todos os meus produtos vitalícios. Fui criticado, falaram que eu mataria meu negócio, que eu não entendia de LTV. Mas a verdade é que fiz a maior Black de 2023: faturei R$23 milhões em 7 dias, investindo menos de R$700 mil.
No ano seguinte, disseram que eu não venderia nada, afinal de contas, todo mundo já tinha comprado. Mais uma vez, eu vi o que ninguém via. Eu não estava ofertando minha Black para o mercado todo, e sim para a minoria. Foram apenas 7 mil vendas. Eu sabia que o mercado se renova, e que poderia pegar os R$23 milhões, anunciar e criar uma base nova e maior. De 2023 para 2024, eu cresci mais de 60%.
Mas em 2024 inovei de novo: inventei o lançamento collab. Fiz uma collab com o Érico. Perpétuo e lançamento juntos. Diziam que eu quebraria em 2024 — e eu fiz R$65 milhões em um único mês.
Eu sabia que em 2025 todo mundo iria copiar e que surgiriam várias collabs. Não deu outra: uma chuva de collabs. Algumas cometeram erros grosseiros. Collab tem que ser para agregar produtos nitidamente complementares, não redundantes.
A minha collab com o Érico era interessante porque quem tem perpétuo precisa de lançamento, e quem tem lançamento precisa de perpétuo. Era simples, claro, cristalino. Não tinha confusão de oferta. Era a mesma audiência que queria as duas coisas. O alinhamento perfeito.
Esse ano, a gente amplificou isso e pensou: quem ganha dinheiro com a gente precisa aprender a investir. Quem sabe investir, mas não sabe ganhar dinheiro, precisa aprender a ganhar. Fácil de entender, todo mundo precisa.
Mas essa não foi a novidade de 2025. Eu sabia que teria muito mais audiência do que o normal, que todo o mercado iria falar. Quando eu e o Erico lançamos, o mercado inteiro falou. Mas quando entrassem o Primo Rico e o Perini, seria muito mais forte.
Com toda essa força, percebi que poderia fazer campanhas para marcas que fizessem sentido para o nosso público.
Quem cria infoproduto precisa vender na Hotmart. A Hotmart sabe do meu histórico de fazer meus alunos venderem muito. Pra ela, não fazia sentido fazer uma campanha de brand — até porque eu já faço essa campanha naturalmente. Mas como forçar o lead a se cadastrar? Oferecendo incentivo de consumo.
A Hotmart deu R$1.000 para os clientes da nossa Black investirem em tráfego, mais R$1.000 em consumo de produtos como Enotas, Send e Pages.
Quem começa um negócio precisa investir — e precisa de cartão de crédito. Fiz a mesma coisa com a Conta Simples. Eles deram R$1.000 para os 2.500 primeiros que entraram na nossa oferta.
Meu cliente também precisa fazer automações no WhatsApp e Instagram. Fiz o mesmo com o ManyChat — eles deram 3 meses grátis para todos os nossos alunos.
E meu cliente também precisa fazer design, vídeos com IA, imagens e apresentações. O Canva ofereceu 1 ano de Canva Pro gratuito.
Eu fiz a maior campanha de consumo incentivado do Brasil.
Se você colocar na ponta do lápis, estou falando de mais de R$50 milhões em incentivos para meus clientes.
O que essas empresas estão dizendo? Que elas acreditam que meus alunos, ao entrarem na Black, vão faturar muito mais que R$50 milhões. Talvez R$500 milhões, para essa conta fechar pra eles.
E por que essas empresas fizeram isso? Histórico de resultado.
Por que eu pensei nessa ideia? Porque não fiquei olhando para o meu concorrente ou para o líder de mercado — eu olhei para o lado contrário: para o cliente.
Nessa Black, as maiores empresas do mercado estão praticamente pagando metade dessa conta pra você. Essas empresas acreditam no mercado. Acreditam em você, que for treinado por mim.
Se você quer entrar na maior turma de Black Friday do Brasil, clique no link abaixo.
Esteja com quem cria tendência, não com quem apenas acompanha.
🎬 Anúncios e vídeos criativos que eu adorei
A conta inusitada
No Light Copy, um dos elementos literários é o das contas inusitadas. Esse criador fez isso muito bem. Funciona porque a pessoa fica impressionada com como uma conta tão aleatória faz tanto sentido. Parece coincidência, mas te garanto: ele passou horas pensando e encontrando conexões.
Resultado: 125 mil likes e 4 mil comentários.Storytelling + IA
Que vídeo genial. Ele tem história, usa IA com storytelling — não apenas porque está na moda usar IA. O link que ele fez da história com o produto é simplesmente GENIAL.Personificação
Esse vídeo usa o elemento literário da personificação. Dá voz a quem não fala — um cachorro. O diálogo, as piadas e a narrativa prendem, fazem rir e geram sensação de amizade com o personagem.
1 milhão de likes e 11 mil comentários.
O melhor: é gravado de maneira amadora, só com celular — e você que está lendo pode fazer algo igual.Eu mesmo já fiz um desses e também funcionou muito bem:
Experimente fazer.
💼 Momento Jabá: Ultra Black Friday Infinita
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Empresas como Hotmart, Conta Simples, ManyChat e Canva estão literalmente pagando parte da sua entrada.
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